terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mesmo sem disputar mandato, Zé Augusto Maia enfrenta segunda eleição seguida com a obrigação de demonstrar primazia eleitoral

O ex-deputado federal José Augusto Maia enfrenta nas urnas este ano um desafio semelhante ao da eleição de 2014, na qual, mesmo não sendo candidato, teve que mostrar força eleitoral suficiente para superar os sete vereadores do grupo Taboquinha, que, à época, apoiaram candidatos a deputado diferente dos dele.

Computados os votos, as vitórias acachapantes de Toinho do Pará e Ricardo Teobaldo, respectivamente sobre Ernesto Maia e Luciano Bivar, garantiram a José Augusto a permanência na liderança do grupo Taboquinha. Contudo, o lançamento da candidatura prefeito do vereador Fernando Aragão, levada a cabo por Ernesto Maia, ainda naquele ano, e efetivada posteriormente, trouxe para a eleição de 2016 uma situação semelhante à do pleito passado.

Sem liderar efetivamente nenhum vereador da bancada oposicionista, e com pelo menos um deles, Galego de Mourinha, o desafiando abertamente, José Augusto tem na eleição do filho, Augusto Maia, e mais um ou dois nomes do PTN, o salvo conduto para chegar a 2018 com chances de se candidatar a deputado estadual.

Rejeitado por parte da militância Taboquinha, e impedido de comparecer á convenção do PP na última sexta-feira, que oficializou a candidatura de Natálio Arruda a vereador e o apoio do partido a Fernando Aragão, mesmo depois de ter recebido o próprio Natálio dias antes na convenção do PTN, José Augusto se verá obrigado a mergulhar na campanha da chapinha do PTN, em detrimento da campanha majoritária, sob o risco de ver naufragar o seu projeto para 2018. Para tanto, terá de eleger pelo menos dois vereadores, embora o seu objetivo seja eleger três.

Com informações do Blog Comunidade News

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